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Google Wave: boa onda

Publicado por JPG, Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009, às 01:47 |

Google Wave

GW
O que é o Google Wave?
É um serviço anunciado pela Google em 27 de Maio e lançado, em versão experimental e apenas para utilizadores convidados (100.000 no arranque), no dia 30 de Setembro de 2009.

Conjuga numa só plataforma diversas ferramentas e sistemas, como e-mail, mensagens instantâneas, páginas “wiki” e diversos conteúdos externos (mapas, jogos, vídeos, etc.), funcionando como uma rede social de potencialidades alargadas em que os participantes colaboram e cooperam entre si, consoante as suas áreas de conhecimentos, na construção, consolidação e desenvolvimento dos mais diversos tipos de “ondas”.

O GWave tem também algo de IRC, mas não só, já que engloba uma filosofia de trabalho cooperativo e multidisciplinar, baseado na edição tipo “wiki”, ou seja, na qual os utilizadores podem não apenas inserir conteúdos como editá-los (os próprios ou os alheios) e alterá-los, completá-los ou mesmo corrigi-los.

O que é uma “onda”?
Pode ser quase tudo, desde uma simples caixa de diálogo em que se discute um único tema, como se fosse um dos já ultrapassados “newsgroups“, até à mais complexa e detalhada planificação, demonstração ou exposição de um evento, produto, projecto ou historial, por exemplo. As possibilidades são inúmeras e não é fácil imaginar qualquer espécie de restrição ou excepção àquilo que pode ser executado nesta plataforma.

Qual é a inovação do GWave?
De facto, não se trata de algo espectacularmente inovador, se atendermos a que todos os componentes que integram a plataforma já existiam, se bem que de forma singular e desgarrada; porém, a integração de todas essas partes num todo único e coerente representa, só por si, uma verdadeira e surpreendente inovação; não se trata apenas da soma das partes, mas antes o que dessa soma resulta é exponencialmente potenciado.

Por onde se começa?
A primeira coisa, evidentemente, é entrar no sistema. Para isso, nesta primeira fase, das duas uma: ou se inscreve no GWave e fica à espera de que a própria Google envie a “admissão” ou recebe um convite de quem já lá está; talvez seja boa ideia pedir convites (por exemplo através das redes sociais, Twitter ou Facebook), porque ninguém pode adivinhar quem está mesmo interessado. Mais tarde, num futuro não muito distante, quando o GWave estiver suficientemente testado e desenvolvido, muito provavelmente o acesso será generalizado, bastando para isso ter uma inscrição genérica na Google (GMail, Blogger, AdSense, etc.).

Depois da “admissão”, convirá ver alguma coisa sobre o assunto (existem diversos vídeos de demonstração) e criar uma primeira “wave” experimental; por exemplo, enviando uma simples mensagem para a pessoa que convidou (click no avatar dessa pessoa e na opção “ping”); ou pode ver uma ou outra das “waves” de início (click nela para abrir na caixa à direita). Para adicionar contactos e ver depois em que trabalhos cada pessoa está envolvida, procure por NOME@googlewave.com (substituir NOME por aquilo que procura…).

Se quiser experimentar criar uma wave nova, click no botão “new wave”; irá abrir uma caixa em branco à direita. É só escrever e, se quiser, formatar como em qualquer processador de texto básico, com o menu de topo.

Se seleccionar uma wave já existente pode, como qualquer participante, responder (ou mesmo editar e alterar, se for o caso) a um ou vários blips: click na barra inferior do blip e responda na caixa que vai abrir imediatamente abaixo. Depois é só esperar que alguém responda ao seu blip (entrada), ao que pode assistir até em directo, vendo as respostas a aparecer à medida em que são escritas, quase em tempo real. E assim, com entradas de uns e de outros, se vai compondo a onda!

Três exemplos de wave, para começar
1. Twitter em “gadget”: muito simples, basta adicionar a “gadget” (aplicação) respectiva. Permite, com excelentes ferramentas de manuseamento próprias, trabalhar com o Twitter dentro do GWave. Já existem waves preparadas para o efeito, bastando seleccionar uma delas e introduzir as credenciais Twitter (username/password).

2. Discussão: alguém lança um tema e “convida” todos ou alguns dos seus contactos; no cabeçalho da wave criada, click no botão “+” (adicionar utilizador ou grupo de utilizadores). Essa wave será automaticamente adicionada ao painel principal desses utilizadores, que poderão colaborar com novos blips. Claro que, mesmo numa simples discussão, é possível ir introduzindo conteúdos para ilustração: imagens, vídeos, links, seja o que for.

3. Evento: vamos supor que alguém se lembra de criar um evento, por exemplo para comemorar um aniversário num sítio especial; escreve um texto com uma sinopse (a ideia de base) e coloca alguns dos seus contactos nessa nova wave; depois, outra pessoa coloca blips com imagens do local, outra adiciona um mapa com pesquisa de trajectos e uma terceira organiza a lista de convidados. Juntamente com mensagens de parabéns daqueles que vão tomando conhecimento e que aderem à onda, em breve esta se tornará numa espécie de vaga, quem sabe se gigantesca, envolvendo já muitas dezenas de velhos e outros tantos novos amigos do ou da aniversariante.

Conclusões
Cada qual que tire as suas, como é evidente. Mas de uma coisa, pelo menos, podemos estar certos: o GWave não é apenas mais uma ferramenta, será talvez a maior e mais completa caixa de ferramentas alguma vez disponibilizada na Internet. De certa forma, e em especial quando estiverem afinados os “pormenores” técnicos ainda com pontas soltas (lentidão excessiva, ondas que “rebentam”, etc.), digamos que o cibernauta comum poderá passar a dispor de um verdadeiro canivete suíço virtual - algo cujas potencialidades apenas podemos para já imaginar e entrever.

O futuro o dirá, como em tudo, mas também como sabemos nestas coisas virtuais o futuro é já ali.


Glossário
blip: cada entrada numa wave
gadget: aplicação para integrar na wave
gwave: designação abreviada de Google Wave
gwaver: utilizador GWave
IRC: Internet Relay Chat
new wave: nova onda
newsgroups: grupos de discussão online
wiki: criação, edição e alteração de conteúdos pelos utilizadores

De entre a já muito extensa documentação sobre o assunto, convirá talvez consultar um texto em forma de introdução publicado no blog 100nada.

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Manual do engate FB (2)

Publicado por JPG, Terça-feira, 7 de Julho de 2009, às 15:20 |

(continuação)

Os sinais são iniludíveis, havendo já diversos destaques de imprensa que vão reflectindo o aumento exponencial da procura desta nova e exótica forma de caçada virtual. Ainda ontem, por exemplo, os jornais portugueses referiram mais um “escândalo” do género, desta vez envolvendo altas esferas do Governo britânico - Serviços Secretos incluídos.

Claro que os perigos para o comum dos mortais não são propriamente os mesmos que para as mais elevadas patentes sociais, mas já se sabe de fontes seguríssimas que as redes sociais servem também como dispositivo de ameaça e ferramenta de chantagem, batendo por larga margem todas as até agora conhecidas armas do género.

O que releva, como parece lógico, do carácter de absurda intimidade que a plataforma Facebook sugere: no fundo, as pessoas são convidadas a expor a sua intimidade a um nada desprezível número de virtuais, paradoxais e porventura totalmente falsos “amigos” e ainda, em última análise, a verdadeiras multidões de perfeitos desconhecidos, alguns dos quais estarão por certo interessados em descobrir selectivamente os “podres”, os segredos de cada qual. Ora, como tão bem sabemos, não existe ser humano à face da terra que os não tenha e muito menos gente haverá que goste de ver a sua intimidade devassada.
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Twitter & Facebook friends

Publicado por JPG, Sábado, 20 de Junho de 2009, às 22:28 |

Onde está o povo da rede.



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Apdeites em tribunal (3)

Publicado por JPG, Quarta-feira, 27 de Maio de 2009, às 21:51 |

No próximo dia 1 de Junho, 2.ª Feira, às 14 horas, será lida - em sessão pública - a sentença do julgamento em que sou arguido e que decorreu em duas sessões, nos dias 6 e 22 do corrente.

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Conteúdos à prova de parasitas

Publicado por JPG, Domingo, 24 de Maio de 2009, às 15:00 |

Alguns dos nossos visitantes e amigos mais antigos instalaram uma pequena aplicação que permite a tradução automática dos seus blogs, em 29 Línguas (de momento). Essa aplicação funciona também, como é evidente, aqui no Apdeites: é a caixa com bandeirinhas minúsculas que está na barra da direita, em cima.

Nada de especial, já que se trata de código com endereços directos para o serviço Google Translate. No entanto, a execução desta rotina e a sua disponibilização a apenas alguns blogs tem por objectivo demonstrar que se pode produzir qualquer conteúdo, código de programação, simples texto ou seja o que for, sem correr o risco de que o nosso trabalho seja copiado ou utilizado abusivamente.

Também isto é extremamente simples, enquanto inovação e enquanto técnica de protecção de conteúdos, mas não deixa de ser também - se calhar por causa dessa mesma simplicidade - algo inédito: até mais ver, é praticamente impossível seja quem for utilizar a rotina sem autorização.

Assim, depois de um longo período de teste e antes de que o método se torne rotineiro por mero palpite de algum “geek” mais afoito, será talvez esta a oportunidade ideal para divulgar (partilhar, é o termo, isto é que é “partilhar”), passo a passo, como se consegue proteger qualquer conteúdo do mais espertinho dos abusadores.

Em suma, é o seguinte.

1. Guardar o conteúdo a proteger num ficheiro com (por exemplo) extensão “php3″ (ou outra que não esteja em uso).
2. Criar um ficheiro javascript, para distribuir pelos endereços autorizados, que executará remotamente os ficheiros “php3″.
3. No painel de controlo do nosso domínio (em “Apache Handlers”, ou equivalente), indicar que os ficheiros “php3″ devem ser interpretados como PHP.
4. No painel de controlo do nosso domínio (em “Hotlink Protection”, ou equivalente), inscrever os endereços autorizados (”URLs to allow access”) e acrescentar (em “Block direct access for these extensions”) as extensões “js” e “php3″.

E pronto. Qualquer pessoa pode editar, copiar e colar o código javascript no seu blog ou site, mas isso não adiantará nada, porque…

a) O endereço não está autorizado a executar remotamente rotinas javascript instaladas no nosso domínio; mas, se tiver sido copiado e colado localmente também não porque…
b) O ficheiro php3 respectivo não abre directamente no “browser” (dá erro “403 (Not Authorized)”), não podendo por isso ser copiado.

Uma vantagem acessória desta técnica é a actualização automática; por exemplo, neste caso, se acrescentarmos um novo par Língua/bandeira, tanto a imagem como a rotina de tradução vão “correr” automaticamente, sem necessidade de qualquer modificação no ficheiro javascript, nos endereços autorizados; estes, por sua vez, podem ser acrescentados um a um ou… removidos selectivamente, se quisermos.

É fácil, é barato (aliás, é totalmente grátis) e pode não dar milhões a ganhar aos parasitas do costume.

Divirtam-se.

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Apdeites em Tribunal (2)

Publicado por JPG, Terça-feira, 19 de Maio de 2009, às 17:41 |

Realiza-se na próxima 6ª Feira, dia 22 de Maio, com início marcado para as 10 horas da manhã, no Tribunal Judicial de Montemor-O-Velho, a 2.ª sessão do julgamento em que sou acusado pelos crimes de difamação e de ofensa a organismo, serviço ou pessoa colectiva, sendo arguido como autor material de dois crimes de gravações e fotografias ilícitas.

A cronologia dos acontecimentos que deram origem a este processo-crime, bem como outros conteúdos atinentes ao assunto, e em especial a conversa telefónica em causa, todos esses materiais foram aqui reunidos e publicados em página própria, a 17 de Fevereiro de 2007.

Serve este “post” como convite aos visitantes e amigos do Apdeites para que estejam presentes na referida audiência, que é pública.

Um abraço sentido a todos aqueles que até agora me apoiaram solidária e corajosamente.

Nota: este “post” é uma repetição adaptada do anterior sobre o mesmo assunto.

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Blogger vs Facebook vs Twitter

Publicado por JPG, Domingo, 17 de Maio de 2009, às 15:32 |

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Apdeites em tribunal

Publicado por JPG, Sexta-feira, 1 de Maio de 2009, às 20:19 |

Na próxima 4.ª Feira, dia 6 de Maio, às 10 horas da manhã, no Tribunal Judicial de Montemor-O-Velho, tem início o julgamento em que sou acusado pelos crimes de difamação e de ofensa a organismo, serviço ou pessoa colectiva, sendo arguido como autor material de dois crimes de gravações e fotografias ilícitas.

A cronologia dos acontecimentos que deram origem a este processo-crime, bem como outros conteúdos atinentes ao assunto, e em especial a conversa telefónica em causa, todos esses materiais foram aqui reunidos e publicados em página própria, a 17 de Fevereiro de 2007.

Serve este “post” como convite aos visitantes e amigos do Apdeites para que estejam presentes na referida audiência, que é pública.

Um abraço sentido a todos aqueles que até agora me apoiaram solidária e corajosamente.

JPG


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Causas

Publicado por JPG, Terça-feira, 7 de Abril de 2009, às 14:46 |


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Apdeites - Portuguese blogspotting


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