Publicado por JPG, Quarta-feira, 30 de Julho de 2008, às 18:43 |
«Parecia existir uma falha por parte do FSS. Onde estava o exame aos cabelos encontrados na bagageira do Renault Scénic? Stuart, mais uma vez, consultou o laboratório inglês. Ainda não tinham analisado os cabelos. Não queríamos, apenas, apurar se tais cabelos eram de Madeleine. Queríamos principalmente saber se eram de pessoa viva ou morta. O FSS não estava em condições de responder ao último quesito, apenas ao primeiro. Colegas ingleses presentes na reunião levantam a hipótese de tais cabelos serem remetidos a laboratórios europeus com capacidade para responder àquela questão: cabelos de pessoa viva ou morta. Mas o FSS parece não querer abrir mão de tais cabelos. Informa, via Stuart, que através de um processo de comparação de coloração irá apurar a hipótese de serem de Madeleine. O passo seguinte seria a identificação do perfil de ADN, o que não veio a acontecer.
Recorde-se que: existir ADN de Maddie em casa é facilmente justificável, mas existir no carro que foi alugado mais de vinte dias após o seu desaparecimento não é. Os resultados laboratoriais, no entanto, não esclarecem se o ADN pertence aos pais ou irmãos de Maddie, o que se estranha porque o laboratório tinha esses perfis em seu poder.
»
Gonçalo Amaral, A Verdade da Mentira, página 187
Palavras e expressões-chave: McCann, crime, ocultação, provas, encobrimento, Forensic Science Service, FSS, governo inglês, governo português, serviços secretos, Birmingham, Inglaterra, Portugal, Praia da Luz, Algarve, contra-informação.
Publicado por JPG, Terça-feira, 29 de Julho de 2008, às 17:05 |
«O programa museológico apresenta, para além de uma panorâmica geral sobre os faróis, temáticas específicas, tais como os faróis de Portugal; o forte e o farol de Santa Marta; os faróis e as ajudas à navegação (Cascais e barra do Tejo); o ofício de faroleiro.
O percurso expositivo inclui a exibição de um filme documentário “Faróis de Portugal. Cinco Séculos de História”.»
Farol-Museu de Santa Marta
Rua do Farol - Cascais
Telf.: 214815328
Horário:
Verão (01 Maio a 30 Setembro) - Terça a Domingo, das 10 às 19 horas
Inverno (01 Outubro a 30 Abril) - Terça a Domingo, das 10 às 18 horas Veja AQUI o folheto.
Publicado por JPG, Domingo, 27 de Julho de 2008, às 17:50 |
Mudanças físicas no domínio, umas quantas páginas e rotinas (deliberadamente) apagadas, mais uma ou outra chatice inesperada, enfim, tudo isto junto quer dizer que nos últimos dias o Apdeites tem andado um bocado intermitente.
Não há-de ser nada. Vamos ver se agora isto sossega.
Alguma coisa desaparecida (ou a mais!), agradeço indicações.
Publicado por JPG, Domingo, 27 de Julho de 2008, às 13:35 |
Nos últimos dias, pelo menos mais dois blogs portugueses alojados na Blogger/Blogspot levaram com a já sobejamente conhecida rolha virtual: primeiro foi O Jumento e depois O Piolho da Solum. E, se calhar, há por aí mais uns quantos aos quais outro tanto sucedeu.
Ou seja, num ano* (aliás, em bastante mais tempo do que isso) não mudou absolutamente nada, lá para as bandas da Blogger: qualquer blog pode levar com a tal rolha ou pode mesmo ser suspenso - e apagado, às vezes por “lapso” - sem qualquer motivo e sem nenhuma espécie de filtragem das “objecções” assinaladas por visitantes; o processo é absolutamente automático e pode suceder apenas porque meia dúzia de pessoas se lembram de carregar (ou até carregam inadvertidamente) no botãozinho “Assinalar Blogue“.
É absolutamente indiferente, repito: o seu blog alojado na Blogspot bem pode ser inocente de todo, ter como assunto principal os arranjos florais ou a poesia Haiku; se houver uns quantos clicks no célebre botão “Assinalar Blogue”, na barra de navegação superior, pronto - sai uma páginazinha de aviso. Mas atenção, o problema não é só essa páginazinha; é que, assim sendo, todos os conteúdos desse blog “barrado” ficam inacessíveis também para os motores de busca, que não têm obviamente ninguém que diga “Sim, tomei conhecimento e quero continuar”. Ora, não sendo os conteúdos indexados, apenas lá chegarão visitantes através de link directo e há que dizer adeus a acessos via motor de busca, a “rankings” diversos, aos ficheiros em “cache”, etc.
Portanto, todos aqueles a quem isto (esta parvoíce abominável da Blogger) suceder têm apenas duas hipóteses: ou não se ralam e deixam correr o marfim ou protestam por e-mail e ficam à espera de uma resposta; pela minha experiência pessoal* com esta situação, posso adiantar que - se ficarem à espera de uma resposta positiva ou satisfatória - bem podem ir esperando sentados.
É mudar de poiso quanto antes! É largar a Blogger/Blogspot e mudar para outra plataforma qualquer. Mudem para a Wordpress, por exemplo; podem importar para lá todos os vossos posts e, pelo menos até ver, não terão de se ralar com botõezinhos marados em que toda a gente pode carregar à vontade e, apenas com isso, lixar-vos o trabalho de meses ou anos.
Aviso sobre conteúdos
Alguns dos leitores deste blogue contactaram o Google porque acham que o conteúdo do mesmo é reprovável. Regra geral, o Google não avalia nem subscreve o conteúdo deste ou de qualquer outro blogue. Para mais informações sobre as nossas políticas relacionadas com os conteúdos, visite a página dos Termos do serviço do Blogger.
[texto do “aviso” nos blogs “assinalados” em Blogger/Blogspot]
Nota importante: remover ou “esconder” a barra de navegação, que aparece automaticamente nos blogs alojados em Blogspot, não é solução! Aliás, segundo os T.O.S. (termos de utilização) da Blogger, eliminar essa barra pode constituir motivo suficiente para que o blog seja… eliminado.
P.S. (29.07.08, 12:36)
Mais um: a funda São. Mas este, por excepção, compreende-se; é de facto um blog (que contém material) pornográfico. Portanto, a página de entrada com o aviso substitui aquela que deveria ter sido colocada pelos próprios autores do blog - como manda a lei e o mais elementar bom senso. A “política de conteúdos” da Blogger é perfeitamente clara nesse aspecto.
«Pornografia e obscenidades: Os conteúdos de imagem e vídeo que contenham cenas de nudez, material gráfico de natureza sexual ou material considerado explícito pela Google devem permanecer privados. Caso contrário, tomaremos as medidas necessárias para ocultar esse material. »
Publicado por JPG, Sexta-feira, 25 de Julho de 2008, às 15:51 |
McCanns to sue cop over book
By VERONICA LORRAINE
Published: Today
DEVASTATED Kate and Gerry McCann are to launch a legal blitz in Portugal after the publication of a scandalous book about the disappearance of their daughter Maddie.
In The Truth Behind The Lie, ex-police chief Goncalo Amaral details ludicrous allegations about the couple and the pals they dined with when Maddie vanished in Portugal last year.
The McCanns plan to take action against Amaral, Portuguese newspapers which reprinted parts of the £10 book and bloggers who discussed it.
A source close to the family said last night: “The gloves are off. Amaral has over-stepped the mark and they feel they have been left with no choice. Enough is enough.
“The lawyers are looking at pretty much everything.”
In the book, Amaral, 48, claims that cops suspected Kate and Gerry almost as soon as Maddie, now five, vanished in the Algarve.
He also makes a serious allegation against one of their “Tapas 7” dining pals.
Earlier this week, Kate and Gerry, both 40 of Rothley, Leics, were officially cleared of any involvement in the case.
Amaral, who was taken off the investigation last October, said last night: “This book is not revenge, it is not persecution. We can discuss the case in court if they want.”
Portanto, a julgar pelo que esta notícia diz, pela ameaça explícita e pelo facto de o Apdeites ter sido um dos primeiros blogs a “discutir” o livro A Verdade da Mentira, cá esperamos pela respectiva e prometida acção legal.
Tratar-se-á, por conseguinte, e no caso de tal vir realmente a suceder, de uma verdadeira honra, desproporcionalmente concedida a quem apenas pretende e sempre pretendeu contribuir - modestamente e na estrita medida das suas fraquíssimas possibilidades - para o esclarecimento da verdade, ou seja, para que se apure aquilo que sucedeu com Madeleine McCann, em Portugal, no dia 3 de Maio de 2007.
Se os próprios pais da criança desaparecida consideram isto motivo para procedimento judicial, pois então faça-se a sua vontade.
Publicado por JPG, Quinta-feira, 24 de Julho de 2008, às 21:56 |
MADDIE A VERDADE DA MENTIRA
1. A menor Madeleine McCann morreu no apartamento 5A do Ocean Club, da Vila da Luz, na noite de 3 de Maio de 2007;
2. Ocorreu uma simulação de rapto;
3. Kate Healy e Gerald McCann são suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver da sua filha;
4. A morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente;
5. Existem indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos.
O sol começa a pôr-se sobre a bela paisagem desta ria. Crianças inglesas brincam no calçadão, sob o olhar atento dos seus pais. Olho para o Tavares, vejo-lhe nos olhos o brilho e a alegria com que naquele dia de Novembro de 1981 nos encontrámos na Escola de Polícia Judiciária para iniciarmos o curso de agentes de investigação criminal. O passado parece estar longe, mas não esquecido, e o futuro é já amanhã.
Temos consciência de ter dado o nosso melhor para a resolução do caso. As nossas convicções assentam na experiência profissional, em factos e indícios recolhidos e da sua interpretação à luz do direito. O nosso trabalho desenvolveu-se com o objectivo da realização da justiça através da busca da verdade material, a única que deve prevalecer face a um universo que torna vulgar a verdade da mentira.
Olhão, Julho de 2008
Esta é a última página (214) do ensaio A Verdade da Mentira, da autoria de Gonçalo Amaral, hoje mesmo posto à venda.
“Ensaio” será talvez, se tivermos de escolher um género, o único enquadramento possível para este livro. Ou então, um pouco mais arrojadamente, quem sabe mesmo um novo género livresco acaba de nascer: chamemos-lhe tiro no escuro, pedrada no charco ou, mais simplesmente ainda, apenas… coragem.
Não é seguramente, muito longe disso, uma obra literária; nem pretende ser; nem tinha nada que ser; mas mostra bem que o autor se está positivamente nas tintas para os poderes instituídos que agora tentam e que já antes tentaram amedrontá-lo, silenciá-lo, apoucá-lo. E isso é coragem.
Nestas 214 páginas não há propriamente grandes novidades; nem se esperava que houvesse; nem é preciso que haja. No fundo, o que elas representam é aquilo que toda a gente já sabia ou de que pelo menos suspeitava. Mas agora as coisas são ditas por um profissional, por alguém que sabe do que fala. E isso, saber de saber e não de ouvir dizer, mesmo que toda a tese seja apenas uma pedrada no charco, provocará certamente ondas de choque - e não apenas à superfície - que se estenderão muito para além do pântano infecto em que todos estamos atolados.
E, por fim, ainda que isto seja apenas um tiro no escuro, com um alvo obscuro e uma probabilidade mínima de lhe acertar, ou que isso possa fazer mossa em alguém, há que louvar o espírito combativo e, porque não dizê-lo, altivo, de um homem que se recusa a ser ele próprio um alvo fácil.
Porque, no fundo, o que interessa é que uma criança desapareceu, sem deixar rasto e sem se saber como ou porquê. Gonçalo Amaral tenta agora, com este livro, apenas deixar pistas para que alguém possa terminar o trabalho que o não deixaram a ele fazer. Tão simples (e tão complicado) quanto isso.
Publicado por JPG, Quarta-feira, 23 de Julho de 2008, às 14:50 |
MORREU À FOME!
Margarida Correia da Silva, de 95 anos, foi encontrada morta, ontem de manhã, no casebre onde vivia na rua Mártires da Liberdade, na freguesia de Cedofeita, no centro da cidade do Porto. Motivo? A fome.
E andamos nós pesarosos com a escravatura de quem não pode aumentar um salário que já pesa uns bons milhares de euros!
Quando venceremos a guerra contra a fome? Quando extirparemos, de vez, o egoísmo?
publicado por um pobre seguidor de Jesus Cristo às 10:06 link do post | comentar
[Transcrição integral de um post publicado no blog Mansidão]
Lucas, 23:34 - «Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem.»
Palavras e expressões-chave: Paulo Pedroso, António Balbino Caldeira, blog Do Portugal Profundo, José Maria Martins, Casa Pia, crime, calúnia e difamação, julgamento, pedofilia, RTP, reportagem.
Publicado por JPG, Segunda-feira, 21 de Julho de 2008, às 20:17 |
Segunda-feira, 14 de Julho de 2008
(3265) A HERANÇA DO PC EM LOURES
Comentário do Jose Barão das Neves a propósito do far-west de Loures:
“Já agora convém recordar que este bairro é o resultado da politica de habitação social da CM de Loures, “comandada” pelo Sr. Demétrio Alves! Lembram-se? Ah! E já agora convém recordar que esta mesma politica foi em 1996 fortemente criticada por mim e pelo signatário deste blog numa audiência que o então presidente nos concedeu. Depois vieram os cartões de crédito e outros casos “menores” e este senhor desapareceu.”
3 comentários:
De Demétrio Alves a 17 de Julho de 2008 às 16:53
Relativamente ao comentário do José B. Neves quero referir o seguinte:
1- Trata-se de uma torpe e cobarde difamação referir aspectos pelos quais nunca fui condenado, nem sequer acusado. Fui, é certo, caluniado por indíviduos da estirpe deste Neves, que, anonimamente, me tentaram atinjir, visto serem incapazes de me vencer democraticamente.
2- Eu não desapareci nem emigrei como alguns miseráveis puseram a circular. Estou e sempre estive em Portugal, a trabalhar e a estudar, e não gozo de rendimentos, nem vivo de negócios. 3- O próximo comentário deste tipo que venha a ser produzido neste blog levar-me-à a colocar-lhe imediatamente um processo judicial, ao autor e ao blog, dado que ele é “moderado”.
4- Quanto à questão : - Virem, dez anos depois,tentarem responsabilizar os realojamentos feitos, conotando-os erradamente com a Expo 98, prova a qualidade dos políticos activos que neste momento estão à frente da Câmara de Loures. Nestas alturas é costume aparecerem dois tipos de comentários: os provenientes dos “iluminados”, ex-políticos e académicos, que tudo sabem e raramente falham, e, por outro lado, também é normal que quem está a falhar na gestão municipal venha tentar desculpar-se com o passado. Tratam-se de desculpas de maus pagadores.
É de perguntar apenas quatro coisas: 1ª - Que acompanhamento social está a ser feito para que a CMLoures tenha sido “surpreendida” com os acontecimentos? 2ª - Porque não se fizeram mais realojamentos, mantendo-se as várias “Nódoas” sociais e urbanísticas visíveis, por exemplo, no Prior Velho e na Portela? 3ª Será que estes grandes “especialistas de ocasião” também defendem que haja bairos para negros, bairros para brancos, bairros para ciganos, etc., ? 4ª - Será que estas explosões sociais não têm nada que ver com as políticas liberais que vêm sendo praticadas nos últimos anos, ou sera que também sou eu (ou o meu pai) o responsável por elas?
(3294) DEMÉTRIO ALVES
O antigo presidente da Camara Municipal de Loures decidiu ameaçar o Tomar Partido com processos judiciais por causa de um comentário do José Manuel Barão das Neves que aqui publiquei . Cumpre esclarecer: 1º No meu entendimento nada há a apontar de ilícito no comentário que publiquei. Há muitos comentários insultuosos e difamatórios que assumidamente não publico. Achei que não era este o caso. 2º Estão na moda os processos a blogues; não fora estar habituado a processos por via da minha actividade profissional, até achava graça que o Tomar Partido tivesse um; 3º Fique bem ciente, caro Demétrio Alves: não me intimida. Ponha lá os processos que entender, se quiser, mas não me intimida. Quanto ao mais, viva a liberdade de expressão.
Com a devida vénia ao autor do blog Tomar Partido, estas duas caixas de citação contêm os textos integrais de dois posts e de um comentário ali publicados. O destaque a “bold”, motivo do presente “post”, é de minha autoria.
Como se vê, abriu a época da caça ao blog. Curiosamente, e como também já se sabia mas não deixa de sempre surpreender, os mais virtuosos do gatilho, os mais assanhados caçadores são os indefectíveis adeptos das “amplas liberdades” e da “verdade a que temos direito”: comunistas, ex-comunistas, arrependidos e assimilados do “socialismo real”, os ex-campeões da “luta” pela “liberdade de imprensa” e pelo “direito de opinião”.
Eles aí estão, de espingarda jurídica aperrada, com suas cartucheiras de “legalidade” garbosamente cruzadas no peito, quais bandoleiros da “justiça” à medida das conveniências, travestidos de defensores da “honra e dignidade” de suas excelentíssimas pessoas mai-las mesmas coisas e outras pendurezas de seus correligionários. Vêm em chusma, armados até aos dentes, em marciais e impenetráveis camuflados jurídicos e com os seus capacetes de aço mental de fivela bem apertada.
A gente, nós outros, a pardalada blogueira que por aqui anda, arrisca-se a levar chumbo grosso pelos costados, à mínima piadela fora do beiral, ou seja, por via desse tal crime de “difamação” hoje em dia tão fácil e maneirinho, o mesmo a que dantes se chamava a mijadela fora do penico. Alguns pardalecos já se vão mesmo acagaçando, metendo o rabinho entre as pernas, enfiando-se em buracos, emigrando para outras paragens mais remansosas e pacatas; outros, ainda mais cobardolas do que aqueles, refugiam-se na segurança do número, juntam-se em bandos (ou “associações”, ou lá o que é), procurando escapar a zagalotes e a maçadas várias com a simples lógica das probabilidades e da divisão de riscos.
Pois, senhores caçadores, há boas novidades e há más novidades; o que preferem primeiro? As boas? Pois sim: as boas são que os senhores podem realmente atirar à vontade. As más notícias são, por coincidência, rigorosamente o mesmo: podeis atirar à vontade.
Há quem não vos tenha medo nenhum, adiante-se, para o caso de isso ser surpresa. Há por aí quem sequer se dê ao trabalho de mexer-se uma só polegada, à direita ou à esquerda - tão seguros estamos da vossa falta de pontaria e tal a certeza que temos de que nenhum de vós, vesgos, ceguetas, pitosgas, torcidos, retorcidos, consegue acertar com um canhão num elefante, a dez passos e num corredor. Mais: há até quem vos ache imensa piada.
1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.