Publicado por JPG, Terça-feira, 4 de Maio de 2010, às 20:44 |
A solicitação nossa, a Direcção de Serviços de Apoio Técnico e de Secretariado (Divisão de Apoio ao Plenário) da Assembleia da República acaba de nos informar que são admissíveis os impressos de subscrição digitalizados enviados por email.
Assim sendo, e mantendo-se ao mesmo tempo o envio das subscrições por correio normal (em papel, via CTT), para subscrever a ILC para revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico poderá, a partir de agora, proceder também como se segue.
N.B.: se já enviou ou pretende enviar a sua subscrição da ILC por correio normal (CTT), ignore este procedimento. Evidentemente, não são admitidas subscrições repetidas..
1. Abra o ficheiro com o impresso de subscrição (versão para processador de texto e envio por email).
2. Preencha com o seu programa de processamento de texto os campos necessários e obrigatórios, conforme indicado no rodapé do impresso.
3. Imprima o impresso preenchido.
4. Assine o impresso (com esferográfica ou caneta de cor preta).
5. Digitalize o impresso, preenchido e assinado, com o seu “scanner” ou dispositivo semelhante.
6. Envie-nos uma mensagem de email, com o impresso preenchido e assinado em anexo, para o endereço de email nele indicado.
7. Guarde o ficheiro de texto e o impresso assinado, para o caso de futuramente ser necessário confirmar, conferir ou validar a sua subscrição.
Colabore com esta Causa. Por favor, envie UMA ÚNICA VEZ a sua subscrição. Assinaturas duplicadas não são admissíveis e serão eliminadas. Os impressos digitalizados sem assinatura real (escrita à mão) ou com dados em falta não serão admitidos.
Publicado por JPG, Terça-feira, 27 de Abril de 2010, às 17:53 |
Neste endereço encontra o impresso de subscrição da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico.
Basta imprimir, preencher, assinar e enviar para o endereço
Apartado 53
2776-901 Carcavelos
O texto completo da ILC pode ser lido AQUI (ou AQUI) e naquele site encontrará também outros impressos e documentos para “download”, além de todas as informações sobre a iniciativa.
Publicado por JPG, Terça-feira, 27 de Abril de 2010, às 17:35 |
Movimento online quer juntar 35 mil contra acordo
Maria do Carmo Vieira é professora de Português e uma das mentoras de um movimento que nasceu nas redes sociais para travar a aplicação do novo acordo ortográfico. Quer juntar 35 mil portugueses em torno da causa – uma meta ambiciosa, admite, mas nunca ‘uma luta perdida’.
O novo acordo entrou em vigor oficialmente a 1 de Janeiro. Mas Maria do Carmo Vieira acredita que ainda não é tarde para voltar atrás: ‘esta iniciativa surge de alguém que não se resignou’.
Há dois anos atrás, um outro grupo de cidadãos e personalidades públicas (encabeçadas pelo antigo eurodeputado Vasco Graça Moura) levou ao Parlamento uma petição com 32 mil assinaturas. Apesar do esforço, os deputados acabaram por dar luz verde ao novo acordo.
‘No fundo, foi tudo em vão’, recorda hoje Maria do Carmo Vieira. E, por isso, a professora de português, em conjunto com o tradutor João Pedro Graça e outros apoiantes da causa, decidiram ir mais longe desta vez, lançando uma iniciativa legislativa de cidadãos.
Na prática, explica a docente, ‘é uma iniciativa que tem a força de projecto-lei’ - o que significa que, uma vez no Parlamento (e com o apoio de uma maioria dos deputados), o projecto poderia até revogar o acordo ortográfico, regressando o país à velha ortografia.
Para isso, são necessárias 35 mil assinaturas – uma meta ambiciosa, que os organizadores do movimento querem atingir até ao Verão. Afinal de contas, a menos que a iniciativa seja avaliada antes das férias, nada impedirá a aplicação do acordo nas escolas já no próximo ano lectivo.
Mobilizar contra o acordo
E é nas redes sociais que a causa tem encontrado maior capacidade de mobilização. No Facebook, o movimento ‘Não queremos o acordo ortográfico’ ultrapassa já os 65 mil apoiantes que, com frequência, acabam por levar a causa para as ruas.
‘Temos recebido algumas centenas [de assinaturas], mas há também centenas de pessoas a recolhê-las’, assegura Maria do Carmo Vieira.
As dificuldades, por agora, são sobretudo burocráticas: ‘a recolha de assinaturas é feita em papel e há uma série de itens que se têm de preencher, é preciso o cartão de eleitor e, normalmente, as pessoas nunca o têm’.
Para lá dos obstáculos burocráticos, Maria do Carmo Vieira queixa-se da ‘falta de abertura da comunicação social’ em relação à iniciativa, bem como ‘abandono’ a que foram votados, por alguns dos primeiros subscritores da petição levada ao Parlamento em 2008.
Nada que não possa ser ultrapassado, diz a professora de Português: ‘as pessoas têm de ter consciência da aberração que é este acordo’.
Dar voz aos falantes
‘A evolução da língua faz-se com a passagem do tempo, faz-se com a intervenção dos falantes e não é por acordo, porque quando alguém me diz que a língua tem de evoluir’, defende Maria do Carmo Vieira. Por isso, critica a forma como a transição para o novo acordo foi conduzida pelo Governo português – um referendo teria sido, aos olhos da professora, uma alternativa mais democrática.
Aconteça o que acontecer, Maria do Carmo Vieira não está disposta a baixar os braços – até mesmo dentro das salas de aula onde lecciona: ‘Eu não vou deixar de escrever como escrevo e, se os meus alunos porventura me escreverem à maneira do acordo, eu obviamente que não ponho erro, mas vamos ter duas grafias’.
Publicado por JPG, Terça-feira, 13 de Abril de 2010, às 16:55 |
Se tem o Internet Explorer, basta um “click” no botão “copiar” e depois colar o código no seu blog ou site. Com outros “browsers”, seleccione esse código (na caixa respectiva), use as teclas Ctrl+C para copiar para memória e Ctrl+V para colar.
Para aumentar ou diminuir a imagem, altere o número em “width”.
Tudo começou no dia 25 de Setembro de 2008 [ http://apdeites2.cedilha.net/?p=1177 ], num “post” em que se referia a possibilidade de avançar com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra a entrada em vigor do Acordo Ortográfico.
A ideia foi lançada através do Twitter, em 29 de Novembro do ano passado, e imediatamente colheu aceitação junto das diversas comunidades virtuais. A 5 de Dezembro, a nossa Causa “Não queremos o Acordo Ortográfico!”, aqui no Facebook, passou a ser a peça central do movimento e foi registando um número imparável de adesões.
Nos termos da lei que regula as ILC, não são permitidas assinaturas electrónicas (isto não é uma simples petição) e é necessário, além da assinatura em papel, indicar nome completo, o número de identificação (B.I. ou Cartão de Cidadão) e também o número de Eleitor e a Freguesia e o Concelho onde se recenseou.
Se não tiver o seu cartão de Eleitor à mão ou se não souber quais os seus dados de recenseamento, aceda ao formulário do M.A.I. em http://www.recenseamento.mai.gov.pt e indique o seu nome ou Número de Identificação e data de nascimento. Pode também obter esses dados enviando um SMS para o número 3838 com o texto
REespaçoN.º Id. CivilespaçoData de Nascimento(AAAAMMDD) { por exemplo, RE 1234567 19751014 }
Se quiser colaborar ainda mais activamente com esta Causa, pode:
a) Fazer “download” do impresso para preenchimento manual, fotocopiá-lo e distribuí-lo. b) Organizar eventos para recolha de assinaturas. Envie-nos um email para vam@fct.unl.pt indicando data, hora, local, lotação do local, etc., e nós enviaremos de volta o impresso para recolha de assinaturas “em série” e normas de preenchimento e de procedimentos. c) Promoção de outras acções de divulgação. Envie-nos um email para ilcao@cedilha.net explicando a sua ideia. Tentaremos dar resposta imediata aos voluntários.
Com a ajuda de todos, conseguiremos reunir as 35.000 assinaturas necessárias.
Publicado por JPG, Quinta-feira, 8 de Abril de 2010, às 22:17 |
Segundo informação dos “Serviços de Apoio Técnico e Secretariado” da Assembleia da República, uma ILC apenas pode ser subscrita de forma tradicional, isto é, em papel.
Assim sendo, as assinaturas da nossa ILC serão recolhidas de maneira extremamente simples.
Faça “download” para o seu computador do impresso de subscrição, preencha-o conforme as instruções nele indicadas e envie-o por correio normal para o endereço
Apartado 53
2776-901 Carcavelos
Se quiser colaborar ainda mais activamente com esta Causa, pode também fazer “download” do impresso para preenchimento manual, fotocopiá-lo e distribuí-lo.
Publicado por JPG, Terça-feira, 6 de Abril de 2010, às 14:40 |
Caros/as companheiros/as.
Mais um passo foi dado no sentido de materializarmos o nosso desagrado pelo Acordo Ortográfico (AO). A Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC), figura legal que nos permite solicitar a revogação do AO na Assembleia da República, já está disponível para leitura e divulgação: http://ilcao.cedilha.net/?page_id=92.
A recolha de assinaturas também já teve início - aguarda-se a confirmação da validade legal das subscrições via electrónica, sendo que destes dois processos (assinaturas electrónicas e “em papel”) vos daremos a curto prazo mais informações.
Ainda há um grande caminho a percorrer. Com a ILC em marcha, cumpre-nos a nós, subscritores/as desta Causa, promover a sua divulgação por todos os meios ao nosso alcance. A acção programada para o próximo dia 24 de Abril (http://desacordo.wikidot.com/24-de-abril-de-2010) é apenas uma das muitas formas de dar eco à nossa proposta. Outras se devem seguir e, para tal, é imperioso que nos assumamos como sujeitos activos desta dinâmica - que desejamos mobilizadora, abrangente e diversificada. Por isso apelamos a que, seja através do FB, do Twitter, de correio electrónico, da comunicação social, das conversas e contactos profissionais e pessoais, seja por que outros processos se entendam convenientes, esta iniciativa seja divulgada.
Este é um projecto de todos nós - e todos juntos somos suficientemente fortes para vencer mais esta etapa: obter as 35000 assinaturas que permitam a apresentação formal da ILC. Como disse Fernando Pessoa, “É a Hora!”.
1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.