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Um ser humano pede ajuda

Publicado por JPG, Sexta-feira, 9 de Maio de 2008, às 14:14 |

Olá, irmão Castro.

Como sabes, as coisas mais importantes no Iraque são a segurança e a electricidade. As temperaturas já são superiores a 40 graus e temos que ficar doze horas por dia sem água fresca por não ter electricidade. Para além de tudo isto, não podemos sair de casa depois das sete ou oito da noite.

A minha “nova” casa é muito próxima da rua principal, pelo que se torna ainda mais perigoso. Na semana passada, fizeram rebentar uma carga explosiva a apenas vinte metros da minha porta. A resistência visou uma patrulha do exército iraquiano, matando dois dos oficiais que iam a passar.

Sabes,

gostaria de contar ao mundo o crime da Administração Bush. O Presidente americano disse que antes de 2003 o Iraque era muito perigoso. Vivíamos em Paz, mas diziam que Saddam tinha armas de destruição maciça. Como depois não encontraram as tais armas, então acusaram Saddam de ser um ditador, justificando assim a invasão e o derrube do regime.

Bush, Pentágono e CIA cometeram erros, é verdade, mas agora, quem paga por eles?

Destruíram o Iraque e já não o conseguem reconstruir. Um milhão de mortos em cinco anos! Quem será responsabilizado por estes crimes? Eu sei a resposta: ninguém! Esse milhão não é importante para os americanos. E não falta quem esteja ansioso por destruir o que resta do meu país.

Muitos dos líderes árabes do terceiro mundo são ditadores. Imagina que os americanos os depunham a todos… teriam que destruir meio mundo!

A verdade não pode ser escondida: os americanos “cavaram” um grande crime no Iraque e agora não o conseguem tapar.

Querido Castro,

estou destroçado!

Sinto-me muito triste e desgostoso com o que vejo acontecer ao meu povo.

Sou Sunita, mas todos os iraquianos são meus irmãos.

Não posso tolerar o que está a acontecer no meu país.

Estou farto de fugir.

Envia um grande abraço a todos os teus amigos do blogue, em especial aos que têm partilhado a minha dor. E se alguém tiver forma de me ajudar a sair do Iraque e a arranjar um país onde os meus filhos possam crescer em paz, por favor não se esqueçam de mim.

Preciso de todas as ajudas possíveis!!!

Bassim Schuaip

مرسلة بواسطة bassimفي

Mensagem transcrita do blog Cheiro a Pólvora, do jornalista Luís Castro.

Esta mensagem foi recebida por e-mail; decidimos publicá-la porque foi veiculada por um blog que nos merece toda a fiabilidade. Luís Castro é um jornalista e autor de créditos firmados. Neste caso concreto, porque parece não ter havido ainda qualquer (ou pouca) repercussão na “blogosfera” nacional, e também porque nos foi pedida a respectiva divulgação, limitámo-nos a transcrever na íntegra o texto em causa, com o intuito único de responder a um apelo de um ser humano; não discutindo ou sequer comentando o conteúdo do texto, porque aquilo que neste momento está em causa não é o texto que acompanha o apelo, mas o apelo que acompanha o texto.

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Categoria: campanhas

Pay Per Play, Net Audio Ads

Publicado por JPG, Sexta-feira, 9 de Maio de 2008, às 13:32 |

PPP é um novo sistema publicitário que permite obter algum rendimento aos “internautas” em geral, nomeadamente autores de blogs ou sites, gestores ou revendedores de domínios, profissionais de publicidade e marketing e, mais abrangentemente, a todos aqueles que trabalham com ou através da Internet.

Consiste em instalar pequenas aplicações (”javascript”) que geram automaticamente anúncios sonoros de 5 segundos. Além destes, pode-se também colocar anúncios de texto ou imagem ao próprio sistema PPP e, assim, obter algum rendimento extra por cada nova adesão à rede de difusores de Net Audio Ads.

A grande diferença em relação ao PPC (Pay Per Click), por exemplo da Google Ads, é que no PPP (Pay Per Play) aquilo que conta é o número de audições, ou seja, na prática o “affiliate” recebe uma pequena quantia por cada “pageview”, podendo optar por rodar os anúncios de três em três minutos, na mesma página ou em páginas diferentes do(s) seu(s) site(s) ou blog(s).

Não existe portanto qualquer necessidade de “clicks” em anúncios, bastando que os visitantes vão abrindo novas páginas ou que se fixem numa ou em várias delas; mesmo que esses visitantes tenham o som desligado (o que sucede em 20% dos casos), uma quantia residual é automaticamente creditada na conta do membro PPP. As transferências destes créditos podem ser feitas via PayPal.

Embora existam diversas formas de parametrização da conta e dos anúncios em áudio e em texto, a questão residirá em cada qual escolher criteriosamente aquilo que irá colocar nas suas páginas, em quais sim, em quais não, e exactamente de que forma. Há que decidir em termos de custos e benefícios como, por exemplo, se estes anúncios de som, colocados indiscriminadamente, irão afastar ou irritar mais visitantes do que aqueles poucos cêntimos que umas quantas audições forçadas e possivelmente intrusivas poderão render.

Mas isso, como é evidente, fica ao critério de cada um.

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Categoria: ferramentas, navegação, sistemas, blogs, dicas

Melhor, só na farmácia

Publicado por JPG, Quinta-feira, 8 de Maio de 2008, às 18:50 |

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Quem pensava que o sexo em geral e a brincadeira em particular eram coisas de comércio especializado, por assim dizer, bem pode tirar o cavalinho da chuva. Agora, e congratulemo-nos por isso, os adereços essenciais para o geral e para o particular estão disponíveis em qualquer farmácia.

É verdade. Se bem que não exactamente dando os mesmos nomes aos bois, a companhia Durex (a companhia dos duros, como é conhecida em meios mais “gourmet”) acaba de lançar uma interessante campanha de promoção de artigos que, até há bem pouco tempo, apenas estavam disponíveis em algumas, raras, mal localizadas e algo manhosas “sex shops”. Passam, por conseguinte, a estar mesmo à mão, em sentidos figurado e literal, bens de certa forma tão essenciais como vibradores (”estimuladores”, em linguagem durexiana) e lubrificantes (”lubrificantes” também, mas sem risinhos sacanas). A grande vantagem, em relação ao anterior método de retalho, é que passa a ser possível adquirir estes produtos na farmácia mais próxima, com aconselhamento técnico e habilitado de profissionais competentes, em estabelecimentos licenciados e altamente desinfectados, em vez das antigas e por vezes badalhocas lojas da especialidade, onde, ainda por cima, havia que levar geralmente com uns tipos de aspecto e higiene altamente suspeitos.

Nos folhetos ilustrativos e explicativos que poderá encontrar em qualquer farmácia, a Durex esclarece todos os aspectos da sua gama de produtos, que integra evidentemente os vulgares preservativos, mas agora, estes, com novas cores, sabores e feitios. E assim ficamos a saber, por exemplo, entre outros edificantes e instrutivos textos não muito esotéricos ou complicados, que “a utilização dos brinquedos sexuais na prática sexual é cada vez mais comum e, ao contrário de outros tempos, para além de serem usados individualmente, são desfrutados principalmente a dois“.

E como quem desfruta também diz fruta, os folhetos explicam muitas outras coisas de igual ou maior índole pedagógica e, para quem quiser aprofundar o assunto, salvo seja, disponibilizam no respectivo site (em Português de antes do Acordo Ortográfico de 1991) secções tão aliciantes como Cunnilingus e Fellatio, as não sei quantas posições, masturbação, fantasias, preliminares & etc. Um verdadeiro manual, para manueles e para manuelas, aquilo ali não falta nada, é ir lá ver.

Não parece estar nos planos do Ministério da Saúde a comparticipação nestes medicamentos contra a depressão, a má disposição matinal e o mal-estar geral, mas nunca se sabe, talvez a breve trecho um qualquer ministro ou, quem sabe, “ministra”, caia em si e abra os cordões à bolsa do contribuinte.

Absolutamente de acordo com este tipo de iniciativas, o Apdeites tem por conseguinte a honra e o privilégio de ser pioneiro na sua divulgação. De mais a mais, ou quanto mais não fosse, porque a própria Durex, assumindo a sua condição de empresa especialista em tecnologia de ponta, revela em primeira-mão, salvo seja outra vez, bolas, e nos próprios folhetos, uma descoberta sensacional: o local exacto do célebre “ponto G”; até criaram uma engenhoca especificamente dirigida a tão misterioso quanto escondido sítio, garantindo que o modelo “Play Inspiration é o único concebido para penetração vaginal, o seu contorno específico estimula o ponto G”.

Portanto, com todos os pontos nos is (e também nos gês), agora não diga que não sabia: corra a abastecer-se destes antidepressivos. E se a sua companhia se tornar a queixar de alguma coisinha, por algum estranho motivo, agora sim, poderá dizer com propriedade: “melhor, só na farmácia.”

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A “equipa” do Apdeites apresenta os seus melhores cumprimentos à nossa leitora, visitante e amiga que fez o favor de nos enviar o documento. Documento sem o qual, note-se, teríamos nós todos morrido na mais completa ignorância, já que temos por hábito antigo abastecermo-nos deste tipo de bens de primeira necessidade no comércio tradicional. É com a mais profunda emoção, portanto, que lhe agradecemos. A sério.
Já agora, quanto à pergunta que nos faz no e-mail (”para que serve aquele microfone”), bem, compreenderá que não cabe - salvo seja de novo, ó diabo, isto é uma praga, a menina desculpe - no âmbito de um sáite com o sáinete do Apdeites, assim em público, e tal, entrar em pormenores. Contudo, em querendo, estamos ao dispor para uma demonstração. Mas podemos desde já adiantar que aquele “microfone” tem muito pouco ou nada a ver com Karaoke.

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Categoria: campanhas

Política de resultados (4)

Publicado por JPG, Terça-feira, 6 de Maio de 2008, às 17:28 |

Maio de 69

O que me parece é que o Maio de 68 foi uma revolta de estudantes da burguesia contra uma limitação das liberdades individuais em vigor na sociedade gaulista, revolta essa que como sempre leva a alguns exageros e a esparsos estados-de-alma revolucionários. No meio da revolta dos meninos da burguesia, aproveitaram-se os ideólogos jacobinos em serviço para deixarem ficar a sua marca, tentando conduzir o motim no sentido que mais lhes convinha.

Blog Perspectivas, 5 Maio 2008

Like the current protests, May ‘68 began with a specific set of demands. Students at suburban Nanterre University wanted improved facilities, less rigid teaching and - in the year after the Summer of Love - for men and women to be allowed to visit each other’s rooms. In the thick of it was a small group of radicals called les enrags - “the angry ones” - who wanted not just access to the women’s dorms but to overthrow the stultifying bourgeois society that was 78-year old President Charles de Gaulle’s Fifth Republic.

Tim Minogue, The Independent, 2 Abril 2006

São inúmeras as referências aos verdadeiros motivos que espoletaram o Maio de 68. No fundo, no fundo, salvo seja, tudo aquilo resultou da conjugação de dois factores apenas: por um lado, a Primavera estava na sua máxima pujança e, por outro lado, a rapaziada estudantil de Paris e arredores estava ainda com mais pujança do que a Primavera - como é normal naquelas irrequietas idades.

Digamos que o Maio de 68 foi um acidente por causas naturais. Machos arfantes e fêmeas outro tanto ou ainda mais, desesperados eles e frenéticas elas, ou vice-versa, muito bem nascidos e melhor vividos ambos, enfim, toda aquela maltosa, matilhas de jovens extremamente excitados e incrivelmente mimados, achou por bem partir tudo em seu redor pelo simples facto de lhes ter sido negada a possibilidade de “fazer amor e não a guerra” em pleno campus universitário. Um trocadilho quiçá pífio e aqui deslocado seria talvez afirmar que eles resolveram partir para a guerra porque os não deixaram fazer amor, mas é melhor não nos metermos por caminhos escorregadios. Este caso é um caso sério, por conseguinte, não abardinemos.

O busílis da questão reside em que os objectivos das reivindicações iniciais não tinham absolutamente nada, nem o mais leve vestígio, de quaisquer pretensões políticas; nada de especialmente revolucionário ou esquerdista, por conseguinte; era só para dar vazão às hormonas, nada mais simples e razoável, se atendermos em exclusivo à idade média dos intervenientes.
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Categoria: liberdade

Política de resultados (3)

Publicado por JPG, Segunda-feira, 5 de Maio de 2008, às 17:53 |

A união faz-se à força?

Even If I am a minority of one, truth is still the truth.
(Ghandi)

Democracy is nothing but the Tyranny of Majorities, the most abominable tyranny of all, for it is not based on the authority of a religion, not upon the nobility of a race, not on the merits of talents and of riches. It merely rests upon numbers and hides behind the name of the people.
(Proudhon)

A democracy is nothing more than an angry mob, where fifty-one percent of the people may take away the rights of the other forty-nine.
(Thomas Jefferson)

Democracy is the worst form of government except for all those other forms that have been tried from time to time.
(Churchill)

Quando falamos de “democracia”, em Portugal, falamos de uma das formas de que se pode revestir este tipo de regime político: a democracia representativa. Ou seja, um sistema que se baseia em números: a maioria dos votos expressos implica uma maioria parlamentar que “elege” um primeiro-ministro e este nomeia o seu “gabinete”, tomando posse, por um período de quatro anos, do único Poder verdadeiramente executivo previsto na Lei fundamental do país.

Aparentemente, não existe qualquer alternativa credível à lógica numérica (quantitativa) do sistema eleitoral; será a isso, provavelmente, que se refere Churchill quando diz que “a democracia é a pior forma de governo, excepto todas as outras formas que são experimentadas de vez em quando.” De facto, este tipo de regime prevê um mecanismo de correcção, quando as coisas correm mal, isto é, quando sucede que uma maioria de votantes elege um mau governo: a convocação de eleições antecipadas. Ou, como última alternativa, o esgotamento natural, pela simples passagem do tempo, do mandato desse mau Governo; nesse caso, as eleições gerais processar-se-ão no prazo previsto e, se não houver azar, então sim, a maioria seguinte certamente, ou se calhar, já elegerá um “bom” Governo - coisa que não está de forma alguma garantida, muito longe disso.
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Categoria: liberdade

Quem se mete com a Web, leva

Publicado por JPG, Segunda-feira, 5 de Maio de 2008, às 15:04 |

Deputados podem pedir acesso a ’sites’ abusivos
A Assembleia da República (AR) recuou na proibição total de acesso a sites considerados abusivos - de pornografia, droga, agressão, jogo, violência e pirataria informática - e admite agora que a proibição seja levantada. Mas apenas em casos específicos: só para os deputados, por tempo limitado e “por necessidade decorrente do respectivo trabalho parlamentar”.
DN

Para os senhores deputados que, por algum estranho motivo, não saibam como ultrapassar esta “tremenda” restrição, aqui fica uma lista de (alguns1 dos) serviços online que permitem navegação não censurada, anónima e sem deixar rasto2:
1. http://www.anonymouse.org
2. http://www.freeproxyserver.net
3. http://www.proxy4free.com/page1.html
4. http://www.surfunblocked.com
5. http://www.turbohide.com
6. http://www.youhide.com

O processo é muito simples e comum a todos eles: aceder ao serviço, escrever (ou copiar) o endereço pretendido e carregar na tecla “Enter”. É tudo.

Evidentemente, caros deputados da República, uma forma muito mais simples de mandar às urtigas as restrições (e mandar catar-se quem as inventou) será adquirir uma bela de uma ligação móvel. As opções são bastantes:
a) TMN
b) Sapo
c) Clix
d) Kanguru
e) Vodafone

Enfim, uma beleza, isto das novas tecnologias, como se vê e comprova. Se antes era possível responsabilizar os representantes da Nação pelas suas andanças virtuais (e potencialmente ilegais), agora, com estas restrições saídas da moleirinha diminuta de um qualquer guardião da moral e dos bons costumes lá da terra dele, a irresponsabilidade passará a ser total. Lindo serviço.

(1) Existem muitos outros serviços do género. É só escolher, por exemplo, em My Proxy. E isto são apenas os sites de navegação intermediária grátis, porque há mais, muito mais, desde que se pague. E há também uma série de programas e técnicas para o mesmo efeito, mas não abusemos; a Assembleia da República portuguesa ainda não fica propriamente na China ou em Cuba. É mais ali para os lados de S. Bento, nem de propósito o padroeiro da… Europa!
(2) Não se mencionam aqui todos os serviços, todas as técnicas e todos os programas para o efeito não vá, haja cautela, algum funcionário mais zeloso incluir todos eles nas “políticas” restritivas. Assim, se os que aqui estão passarem administrativamente à categoria de “pornografia” ou de “violência”, a concorrência fica intacta e recomenda-se.



Adenda

Não certamente devido a algum tipo de tique pidesco, Deus me livre, mas apenas por curiosidade, acabo de descobrir que este “post” foi guardado num disco rígido que pertencerá, provavelmente, a um… deputado europeu!

click para ver imagem completa

Cruzes, canhoto! Mas o que anda este ilustre membro da representação permanente de Portugal em Bruxelas aqui a fazer? Hem? Será um “simples” funcionário, em vez de ilustre deputado do P.E.? Diacho, mas que raio de interesse pode aquilo ter para tão altas esferas? Também haverá coisas assim, lá nos frios de Bruxelas, daquelas barreiras à badalhoquice na Internet, em pleno plenário da UE?

Ai, valha-me Deus. Ó chefe, ó coisinho: agora veja lá isso, hem? Não me lixe aqui o estaminé, pela sua rica saúde! Nada de bufarias, valeu? Olhe, fazemos assim: o amigo cala-se muito caladinho, não diz nada a ninguém, nem onde viu estas coisas da navegação anónima, e tal, não sei se está a acompanhar, e eu cá, afianço, em troca, envio-lhe por e-mail a lista completa. Ok? Hã, que tal? Convém-lhe?

Aijasus. Ó mulher! Estás a ouvir? Olha, vai mas é preparando aí umas malitas, anda! Eu vou ali ao carro, vou já montar a grade no tejadilho e atirar fora umas tralhas. A ver se arranjo mais espaço. Os meus computadores, primeiro, canudo! Tu deixa lá os vestidos, a gente depois compra outros, que se lixe, levamos só uma ou duas mudas de roupa, e as escovas de dentes, e assim, pouca coisa. O gato? Mas qual gato, mulher! Tu não vês que isto é uma emergência? É empactotar o trivial e toca a andar! Os computadores primeiro, não te esqueças. Aiaiaiaiaiai. Mas o que me havia de acontecer! Esta agora!

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Categoria: ferramentas, navegação, sistemas, segurança, dicas, liberdade

24 de Abril

Publicado por JPG, Segunda-feira, 5 de Maio de 2008, às 12:51 |

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
MAIS UMA MACHADADA NA VERDADE?

O autor do blog sabe que o Major Rocha foi confiscado para responder em mais um processo disciplinar.

Dado o dever de reserva aqui fica a explicação para o silêncio.

Até breve.

Publicada por O Viriato em 0:53

Isto é uma transcrição do último post no blog O Arguido Castrense.

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Categoria: blogs, campanhas, liberdade

Gandas cromos

Publicado por JPG, Domingo, 4 de Maio de 2008, às 11:04 |

A Panini acaba de anunciar a “linha” da equipa portuguesa para o próximo Campeonato da Europa de futebol.

Guarda-redes: Ricardo e Quim.
Defesas: Ricardo Carvalho, Pepe, Fernando Meira, Paulo Ferreira, Miguel, Bruno Alves e Bosingwa.
Médios: Miguel Veloso, Petit, Tiago, Maniche, Deco, Nani, Quaresma e Simão.
Avançados: Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida e Nuno Gomes.

E o que tem isto de extraordinário? Bem, nada de especial. É só um tiro no escuro, uma coisa sem ponta por onde se lhe pegue: daqui até ao início do campeonato (7 de Junho), com os diversos campeonatos e taças ainda a decorrer, entre lesões e palpites falhados, os tipos arriscam-se a não acertar em mais de meia equipa. E não deve ser lá muito giro ficar com uma colecção de cromos (caríssima) toda marada, do princípio ao fim.

Digo eu, que vou já ali comprar umas quantas carteirinhas.

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Categoria: diversos

Política de resultados (2)

Publicado por JPG, Sábado, 3 de Maio de 2008, às 20:18 |

O tacho ao lume

FERVE: Fartos/as d’Estes Recibos Verdes. Este é o blog de um grupo de trabalho que pretende actuar em duas vertentes: 1) denunciar situações de uso abusivo de recibos verdes 2) promover um espaço de debate acerca desta realidade laboral, de forma a promover a mudança.

Espécie de “declaração de princípios” do movimento (?) FERVE

Fraco. Fraquinho. Como declaração de princípios, dada a enormidade da questão, um simples e sonoro BARDAMERDA serviria. Isso, por exemplo e desfastio, ou qualquer outra palavrinha do género, assim singela, modernaça e atrevida. Agora cá “espaços de debate” sobre um nojo institucional de semelhante calibre, valha-me Deus, mas para quê? O que raio existe que se possa “debater”, quanto a isto, com que argumentos se “debate” a vigarice pura e simples?

Os ditos “recibos verdes” são, ainda hoje e mais do que nunca, um paradigma da (des)governação centralista de esquerda, ou seja, em concreto, uma das muitas e se calhar das mais absurdas trapalhadas do P.S.

Aquilo não tem nada que discutir, é extremamente simples e não carece de paleio algum: liquide-se aquela merda, ponto final.

Parágrafo. Já agora, vírgula, porque talvez seja necessário explicar alguma coisinha a quem está mais por fora de golpadas governamentais e coisas do género.
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Categoria: liberdade

Apdeites - Portuguese blogspotting

Apontador de blogs portugueses. Temas principais: direitos de autor, projecção mediática da blogosfera, interculturalidade, lusofonia, detecção de actualizações em blogs, ferramentas e utilitários para o blogger de Língua portuguesa. Os textos e conteúdos do Apdeites são da exclusiva responsabilidade do autor, salvo nos casos de citação, total ou parcial, cuja proveniência e autoria são sempre claramente mencionadas.

Autor: João Pedro Graça